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Resgaste do Opala branco para presente de noivado

Depois de de sete anos, o Opala foi achado e comprado para dar de presente de noivado
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O Opala branco ano 1977 tem uma história sentimental muito forte com a família do Roberto Pacheco Júnior. Hoje, todo restaurado, é o xodó, sai da garagem raras vezes porque a sua esposa tem uma ligação muito forte com ele e fica com receio que algo aconteça com o carro.

Pacheco conta que a relação da esposa com o carro é antiga e marcou a vida dela. O Opala foi do pai dela que a buscou na maternidade com o veículo. Também acompanhou a sua infância e juventude até que, em dezembro de 1997, quando já estava na faculdade, o seu pai bateu o carro e como ficava caro para consertá-lo decidiu vender. Quando a moça soube ficou muito chateada e inconformada, pois o carro tinha muito valor sentimental para ela.

Opala batido em 1997

Em 2005, comentando com Pacheco, na época seu namorado, que sentia muita falta do Opala ele teve a ideia de fazer surpresa: encontrar o atual dono e comprar o carro para dar de presente de noivado.

Carro quando foi comprado em 2005
Carro foi comprado em 2005 para presente de noivado

Então, começou a busca, recorreu a um despachante e conseguiu o endereço do dono. Ligou e disse que gostaria de comprar o Opala e quanto ele queria pelo carro. O homem, do outro lado da linha, deu valor, na ocasião, foi R$ 3.500,00. Pacheco nem questionou e fechou negócio. Foi pegar o carro em Campinas, nem se importou que o Opala estava malcuidado, tinha até chave de fenda para segurar o vidro. O importante era recuperar o xodó da namorada. Levou para lavar e foi direto buscar a moça no Metrô. Quando ela avistou o Opala começou a chorar de emoção, Pacheco até hoje quando conta a história não se contém e os olhos enchem de lágrimas ao lembrar da cena da namorada se ajoelhando diante do carro. Aproveitou a ocasião, a pediu em casamento.

Os anos se passaram, os dois se casaram, restauraram o Opala. Quando o filho do casal nasceu, saiu da maternidade no Opala. O carro virou um ente da família e eles não pensam em vendê-lo de jeito nenhum.

Esse apego por carro passou de mãe para filho. Pacheco hoje escuta o seu menino, de nove anos, falar para não vender o Tucson 2010 até ele completar 18 anos. E Pacheco está cumprindo o combinado.

Participe também! Mande a história e uma foto do carro que mais marcou a sua vida para o e-mail: contato@pecaseveiculos.com.br.

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